O bom e velho disquete? O CD regravável? O Zip drive? Que mídia de armazenamento anda fazendo a cabeça do pessoal techie? Se você pensou num dos três exemplos acima, enganou-se. Ninguém está resistindo às memory keys , ou chaves de memória, verdadeiros HDs portáteis, capazes de armazenar entre 8Mb e 512Mb e continuar cabendo no bolso (medem entre dois e seis centímetros). A principal vantagem delas é praticamente não precisar de drive nenhum (embora isso dependa do sistema operacional usado) a não ser uma saída USB. Você grava, põe no bolso de uma camisa listrada e sai por aí, relaxado. Ou pendura no cinto, como um chaveirinho digital.
O técnico em informática carioca Luís Gomes gostou tanto da sua memory key de 8Mb da IBM que comprou outra, genérica, de 128Mb. Nelas, ele carrega de tudo: de programas e arquivos de trabalho a MP3 para festas nas quais dá uma “canja” de DJ:
— A memory key preencheu uma lacuna do mercado. — diz. — Ela é a mídia particular de portabilidade. É de uma utilidade incrível, mais confiável, mais rápida que um CD ou disquete e muito mais fácil de transportar do que uma memory stick ou uma flash memory.
Já existem vários modelos disponíveis no mercado brasileiro ( veja quadro na página 2 ). A IBM comercializa chaves de 32Mb e 128Mb de capacidade e, segundo Manuel Parra, gerente de monitores da empresa, em dois a três meses devem aportar por aqui as de 64Mb e 256Mb.
— A chave de 128Mb gera uma partição, com senha, para que o usuário tenha sua área privativa dentro da mídia — diz Parra. — É possível transferir para elas áreas inteiras do próprio HD, bastando, após a instalação, arrastar arquivos para lá. E, se necessário, pode-se executar o arquivo de dentro da própria chave.
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